Revista Uphile Responde à Chamada do Universo Literário em Niassa

A 𝐑𝐞𝐯𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐔𝐩𝐡𝐢𝐥𝐞 tomou parte do lançamento do livro “𝐉𝐨𝐫𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐝𝐨 𝐂𝐚𝐨𝐬– 𝐀𝐬𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐋𝐮𝐳 𝐞 𝐒𝐨𝐦𝐛𝐫𝐚” da pequena Whendy, como um braço que se pretende fiel aos eventos culturais da província. Um universo onde os fazedores das artes se transformam em astros, os consumidores, em viajantes silenciosos, e nós, a tripulação.

No salão do evento, cada página parecia respirar, e Uphile, dava vida e asas a cada instante da cerimónia na sua live, como se a própria obra da Whendy She Cat, tivesse pulsado para cada seguidor sedento pelo mundo fora daquelas paredes.

A revista caminhou pelo espaço como jardineiro de memórias, colhendo instantes, recolhendo vozes, registando cada gesto que, mais tarde, florescia em reportagem. Era guardião de histórias, atento ao brilho nos olhos dos presentes, na poesia dita no silêncio das palavras e em toda conectividade com o mundo externo.

O público deslizava entre cadeiras e corredores como um rio curioso, levando consigo palavras recém-nascidas. E a Uphile, bebia desse rio, sorvia cada opinião, entusiasmo, silêncio que, por si só, também dizia tanto. Ali, o encontro entre leitores e autora parecia um abraço feito de luz e sombra, tal como o título da obra.

Enquanto Whendy She Cat soltava ao mundo o seu livro, a Uphile transformava o momento em testemunho eterno. As lentes capturavam sorrisos como borboletas; os microfones recolhiam depoimentos como sementes prontas a brotar em futuras edições.

No final, quando o evento se despediu de si mesmo, ficou no ar uma brisa leve, de satisfação, feita de poesia e esperança. E a Uphile, fiel ao seu propósito, recolheu essa brisa e guardou-a como se guarda um perfume raro para mais tarde a transformar em narrativa, em eco, em memória viva que continua a viajar, mesmo depois de as portas se fecharem.

𝐀 𝐄𝐬𝐭𝐫𝐚𝐧𝐠𝐞𝐢𝐫𝐚

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