𝐀 𝐑𝐄𝐕𝐈𝐒𝐓𝐀 𝐔𝐏𝐈𝐋𝐄, 𝐫𝐞𝐮𝐧𝐢𝐮 𝐧𝐚 𝐦𝐚𝐧𝐡ã 𝐝𝐞 𝟏𝟎/𝟎𝟏 𝐜𝐨𝐦 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐬𝐮𝐚 𝐞𝐪𝐮𝐢𝐩𝐞 𝐝𝐞 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨, 𝐧𝐨 𝐈𝐧𝐬𝐭𝐢𝐭𝐮𝐭𝐨 𝐂𝐚𝐦õ𝐞𝐬, 𝐜𝐨𝐦 𝐨𝐛𝐣𝐞𝐜𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐝𝐞 𝐫𝐞𝐟𝐥𝐞𝐜𝐭𝐢𝐫 𝐬𝐨𝐛𝐫𝐞 𝐚𝐬 𝐚𝐜𝐭𝐢𝐯𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐞𝐦 𝐜𝐮𝐫𝐬𝐨 𝐞 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐜𝐭𝐚𝐫 𝐚𝐬 𝐞𝐬𝐭𝐫𝐚𝐭é𝐠𝐢𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐯𝐨𝐥𝐮𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐫 𝐚 𝐜𝐨𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜𝐚çã𝐨 𝐜𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚𝐥 𝐞𝐦 𝟐𝟎𝟐𝟔.
Num ambiente descontraído e com a aura de Camões pairando sobre si, os comunicadores da Upile, pousaram as lapiseras e blocos sobre a mesa, e traçaram as linhas orientadoras para uma presença menos tímida e mais participativa nas comunidades. A criatividade, autenticidade, mestria e identidade literária, figuraram entre os pontos a aprimorar neste benzito 2026.
Como guardiões das memórias, os escribas da Upile, fizeram uma fotografia de esperança face aos desafios de 2026, e levam do seu antecessor, memórias carregadas de experiências que contam mais do que estórias, uma longa viagem na ancestralidade. Apesar da curta carreira nos corredores da cultura, a Upile pretende fazer da sua presença, esperança para quem cuja voz, gesto e bengala, nunca falaram a língua dos idiomas de nenhuma imprensa.
Ainda assim, na 𝐑𝐄𝐕𝐈𝐒𝐓𝐀 𝐔𝐏𝐈𝐋𝐄, encontram tecto e no conforto da sua sombra, dão aso às suas estórias, onde cada uma dessas memórias, preenche os blocos noticiosos da revista, ilumina o flash das nossas câmeras, dá voz aos gravadores e reforça a nossa identidade. Foi reconhecendo essas necessidades e os desafios para 2026, que das mãos de 𝐋𝐞𝐨𝐧𝐞𝐥 𝐀𝐫𝐦𝐚𝐧𝐝𝐨 𝐌𝐮𝐜𝐚𝐯𝐞𝐥𝐞, Director Geral da Revista, os colaboradores receberam parte desse material de trabalho.
Com uma equipa destemida de 10 jovens, entre colaboradores directos e parceiros estratégicos, neste 2026, o sonho da Upile ganha corpo e caminha para a puberdade, com respeito e humildade para aprender dos mais velhos. Nesta reunião, reforçou‐ se o espírito de busca e de guardião da memória colectiva da identidade cultural do povo africano, moçambicano e de Niassa, em particular.
Texto: 𝐀𝐫𝐭𝐢𝐦𝐢𝐬𝐚 𝐉. 𝐓𝐢𝐯𝐚𝐧𝐞 𝐌𝐮𝐜𝐚𝐯𝐞𝐥𝐞



















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