A 𝐔𝐧𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐑𝐨𝐯𝐮𝐦𝐚, Extensão de Niassa, promoveu hoje, 17/11, no campus universitário, mesas redondas por ocasião da celebração do 𝐃𝐢𝐚 𝐃𝐚 𝐂𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐞 𝐐𝐮𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞. O evento celebrado sob Lema: “𝑷𝒓𝒐𝒎𝒐𝒗𝒆𝒓 𝒂 𝑪𝒖𝒍𝒕𝒖𝒓𝒂 𝒅𝒆 𝑸𝒖𝒂𝒍𝒊𝒅𝒂𝒅𝒆 𝒑𝒂𝒓𝒂 𝑨𝒍𝒄𝒂𝒏ç𝒂𝒓 𝒂 𝑬𝒙𝒄𝒆𝒍ê𝒏𝒄𝒊𝒂” contou com participação do corpo docente e estudantes da UniRovuma e da Universidade Católica de Moçambique.
Durante os debates, a classe académica reflectiu sobre o fortalecimento da cultura de qualidade no ensino superior, como mecanismo para influenciar políticas para promoção de uma indústria criativa de excelência.
“A valorização de uma cultura institucional de qualidade, visa essencialmente, garantir a harmonia e o bom funcionamento das universidades. Deste modo, a excelência só pode ser alcançada quando há compromisso colectivo e responsabilidade partilhada entre todos os actores académicos” defendeu PhD. 𝐀𝐫𝐥𝐢𝐧𝐝𝐨 𝐆𝐮𝐦𝐚𝐧𝐝𝐚𝐧𝐞, Director Adjunto da UniRovuma.
Outras intervenções que marcaram o debate foram do MSc. 𝐀𝐧𝐝𝐫𝐞𝐰 𝐁𝐚𝐧𝐝𝐚𝐰𝐞 que referiu que “A cultura de qualidade na universidade deve ser vista como algo espiritual, que nasce de dentro para fora. A qualidade não se impõe; floresce, assim como um jardineiro cuida do seu jardim.”
E para o MSc. 𝐕𝐢𝐭𝐚𝐥𝐢𝐧𝐚 𝐓𝐞𝐦𝐩𝐨𝐫á𝐫𝐢𝐨
A qualidade não pode ser um exercício temporário; deve ser um compromisso vitalício.
O debate estendeu‐se à segunda mesa redonda liderada por palestrantes estudantes, alguns dos quais fazedores das artes, que trouxeram reflexões para a melhoria da qualidade tanto da cultura de trabalho na academia assim como na comunidade em geral.
Para 𝐈𝐧𝐨𝐜ê𝐧𝐜𝐢𝐨 𝐃𝐢𝐪𝐮𝐞
Não podemos aceitar a padronização da corrupção entre professores.
𝐀𝐧𝐚 𝐍𝐚𝐜𝐮𝐬𝐬𝐞
Nós, estudantes, somos o coração da universidade.
𝐅𝐞𝐥𝐢𝐜𝐢𝐚𝐧𝐨 𝐒𝐚𝐥𝐨𝐦ã𝐨
Até que ponto o ChatGPT influencia no nosso aproveitamento pedagógico? E como ele contribui para a promoção da cultura de qualidade?
𝐍𝐢𝐥𝐬𝐚 𝐑𝐨𝐝𝐫𝐢𝐠𝐮𝐞𝐬
Devemos optar pelo conhecimento. Não há corrupção sem o corrupto.
Nesta fase, a discussão foi marcada por intervenções críticas sobre a responsabilidade dos estudantes e a urgência de combater práticas antiéticas, como corrupção e assédio. Entretanto, a estilo de academia, também houve vozes que defendiam abertura para expressão livre de opiniões em salas de aulas.
A fechar, o PhD Ó𝐬𝐜𝐚𝐫 𝐃𝐚𝐧𝐢𝐞𝐥, numa intervenção satírica, sentenciou “Sou até a favor que o dilúvio volte e recomece tudo de novo.” Alongando‐se, o académico, concentrou-se na necessidade de vigilância estudantil diante de práticas como assédio e corrupção, reconhecendo que a falta de provas concretas muitas vezes impossibilita medidas disciplinares severas. Enfatizou ainda que a não compactuação é o primeiro passo para transformar o ambiente universitário.
E para fazer jus ao evento, a cultura marcou o dia, onde o canto coral, o desfile de moda, a poesia e a dança, entre outras actuações, animaram o colóquio que se pretende que seja rotineiro na academia.
Texto de 𝐀𝐧𝐚 𝐌𝐢𝐭𝐚𝐰𝐚
𝐑𝐞𝐯𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐔𝐩𝐡𝐢𝐥𝐞
“𝓞 𝓖𝓾𝓪𝓻𝓭𝓲ã𝓸 𝓭𝓪𝓼 𝓽𝓾𝓪𝓼 𝓜𝓮𝓶ó𝓻𝓲𝓪𝓼”
GALERIA:








Revista Uphile Marca Presença no XIII Festival das Estrelas do Lago















Felicidade abriu o meu coração